Olá, hoje não irei falar de mitologia como de costume... vim aqui para anunciar o blog do meu amigo Leonardo, lá você encontra de tudo, vale a pena dar uma olhada ;)
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Flor de Lótus
domingo, 28 de julho de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
Édipo
Laio era o rei de Tebas Ele casou-se com sua prima Jocasta. O povo daquela cidade tinha costume de ir ao Delfos, um município próximo fazer perguntas sobre o futuro para o Oraculo. Laio recebeu a seguinte profecia: " Você será assassinado pelo própio filho".
Assim que o herdeiro nasceu, Laio o levou para o alto de uma montanha e amarou os pés do menino e o deixou lá, sozinho. Acreditava que desse modo a profecia não iria se cumprir. Mas um camponês salvou a criança e a levou para corinto, onde foi adotado pelo rei Pólibo e batizada com o nome Édipo. Um dia Édipo foi consultar o oráculo de Delfos. Ouviu que mataria seu própio pai, pensando que o oráculo falava que Pólibo foi embora de Corínto. Perto de Tebas, entrou numa briga e matou um homem. E antes de chegar em Tebas decifrou o enigma da esfinge.
A esfinge era uma criatura que parecia um leão com asas e tinha rosto de uma mulher. Ela vivia em uma estrada e propôs um enigma, uma pergunta dificil de responder quem não acertava a perguntava era devorado. Então a esfinge perguntou: " Que animal anda com quatro pés de manhã, com dois ao meio-dia e com três a noite?". Édipo respondeu: " O homem, pois na infância ele engatinha, na idade adulta anda com duas pernas, e na velhice precisa de auxilio de uma bengala".
Envergonhada, a esfinge se matou. Tebas estava livre da maldição, e Édipo encontraria seu destino.
Quando chegou a cidade, Édipo se tornou famoso! Afinal, ele tinha derrotado a esfinge. Tebas precisava de um rei, pois Laio havia sido morto por um desconhecido, e a mão de Jocasta foi oferecida ao jovem. O casal viveu feliz durante um bom tempo e teve quatro filhos, entre eles Polinice e Etéocles, que causaram a guerra dos Sete contra Tebas.
Chegou uma época em que uma praga tomou conta de Tebas, a população estava morrendo e Édipo mandou Creonte irmão de Jocasta que fosse consultar o oráculo de Delfos. E a resposta foi: "A praga terá fim quando o assassino de Laio morrer". Édipo então chamou o profeta Tirésias. O velho disse: "O assassino de Laio é você". Édipo ficou nervoso. Afinal, como ele poderia ter matado Laio, se o pai dele era Pólibo?
Foi quando Jocasta contou que Laio tinha ouvido uma profecia que dizia que o própio filho o mataria. "Para evitar essa tragédia levamos o menino para o alto de uma montanha pra que ele morresse, e tenho certeza de que essa criança não sobreviveu", disse a rainha.
Bastou apenas que Édipo se lembrasse da sua vida, e chegou a conclusão que teria matado seu pai e teria se casado com a sua mãe. Enlouquecido arrancou os olhos para nunca mais ver a realidade.
O fato é que o mito de Édipo ficou claro que amor em família tem limites, e todos tem que respeita -los
Assim que o herdeiro nasceu, Laio o levou para o alto de uma montanha e amarou os pés do menino e o deixou lá, sozinho. Acreditava que desse modo a profecia não iria se cumprir. Mas um camponês salvou a criança e a levou para corinto, onde foi adotado pelo rei Pólibo e batizada com o nome Édipo. Um dia Édipo foi consultar o oráculo de Delfos. Ouviu que mataria seu própio pai, pensando que o oráculo falava que Pólibo foi embora de Corínto. Perto de Tebas, entrou numa briga e matou um homem. E antes de chegar em Tebas decifrou o enigma da esfinge.
A esfinge era uma criatura que parecia um leão com asas e tinha rosto de uma mulher. Ela vivia em uma estrada e propôs um enigma, uma pergunta dificil de responder quem não acertava a perguntava era devorado. Então a esfinge perguntou: " Que animal anda com quatro pés de manhã, com dois ao meio-dia e com três a noite?". Édipo respondeu: " O homem, pois na infância ele engatinha, na idade adulta anda com duas pernas, e na velhice precisa de auxilio de uma bengala".Envergonhada, a esfinge se matou. Tebas estava livre da maldição, e Édipo encontraria seu destino.
Quando chegou a cidade, Édipo se tornou famoso! Afinal, ele tinha derrotado a esfinge. Tebas precisava de um rei, pois Laio havia sido morto por um desconhecido, e a mão de Jocasta foi oferecida ao jovem. O casal viveu feliz durante um bom tempo e teve quatro filhos, entre eles Polinice e Etéocles, que causaram a guerra dos Sete contra Tebas.
Chegou uma época em que uma praga tomou conta de Tebas, a população estava morrendo e Édipo mandou Creonte irmão de Jocasta que fosse consultar o oráculo de Delfos. E a resposta foi: "A praga terá fim quando o assassino de Laio morrer". Édipo então chamou o profeta Tirésias. O velho disse: "O assassino de Laio é você". Édipo ficou nervoso. Afinal, como ele poderia ter matado Laio, se o pai dele era Pólibo?
Foi quando Jocasta contou que Laio tinha ouvido uma profecia que dizia que o própio filho o mataria. "Para evitar essa tragédia levamos o menino para o alto de uma montanha pra que ele morresse, e tenho certeza de que essa criança não sobreviveu", disse a rainha.
Bastou apenas que Édipo se lembrasse da sua vida, e chegou a conclusão que teria matado seu pai e teria se casado com a sua mãe. Enlouquecido arrancou os olhos para nunca mais ver a realidade.
O fato é que o mito de Édipo ficou claro que amor em família tem limites, e todos tem que respeita -los
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Fogo Sagrado do Olimpo
Para os Gregos antigos, o fogo, simbolizava liberdade. Por isso que quando Prometeu levou o fogo do Olimpo aos homens estava de certa forma estava libertando das dependência dos deuses, o uso do fogo era exclusivo dos deuses. O mito do fogo sagrado dado aos homens representa o início da civilização como conhecemos hoje: surgiram os povos e com eles suas culturas. Cidades foram construídas, assim como utensílios que ajudaram o homem a sobreviver ao longo do tempo. Vieram também a arte, a ciência, o conhecimento... dá para dizer que sem o fogo do Olimpo não existiria nem mesmo um palito de fósforo!
A Caixa de Pandora
Um dia, Prometeu, roubou o fogo do Olimpo para dar aos homens. Zeus não gostou nada disso, e como castigo criou um ser que iria espalhar o mal pela terra, Pandora.
O fogo não era só fonte de energia, na Mitologia Grega ele era a representação do conhecimento. Com fogo o homem poderia dominar a natureza e dar os primeiros passos no caminho do progresso... E Zeus não queria nada disso, queria que as pessoas vivessem sempre na dependência dele. E ficou muito bravo com o que Prometeu tinha feito. Então decidiu dar um castigo ao rapaz: deixá-lo preso numa pedra, no Monte Cáucaso. Além disso, pegou uma porção de barro e criou Pandora, uma mulher irresistível. Depois disso Zeus colocou Pandora na vida de Epimeteu, irmão de Prometeu. Epimeteu apaixonou-se mais não imaginava que a humanidade dependia daquele ato. Epimeteu guardava uma caixa que lhe tinha sido dada pelos deuses. Ela continha todos os males da humanidade e que nunca poderia se espalhar na terra: Guerra, Fome, Doença, Loucura, Morte... O fato é que essa caixa jamais deveria ser aberta.
Mas Pandora era muito curiosa. Ela não deu ouvidos ao marido e abriu a caixa e todos os males saíram dali. Só restou a Esperança.
domingo, 7 de julho de 2013
Guerra dos Sete Contra Tebas
Polínice e Etéocles era filhos de Édipo e Jocasta. Quando o rei Édipo foi embora de Tebas o filho mais velho, Polínice, deveria ter ocupado o lugar do pai. Mas foi Etéocles, louco pelo poder assumiu o trono. Chateado, Polínice foi para Argos e convenceu o rei Adrasto a lutar ao lado dele contra Etéocles.
Os dois formaram um exército e foram para o território Tebano. Além deles, outros cinco lideres de regiões diferentes participaram do ataque. Por isso o conflito ficou conhecido como A Guerra dos Sete Contra Tebas.
A batalha foi muito dura e teve perda dos dois lados. O mais curioso de tudo é que os dois irmãos morreram, dentre todos os líderes apenas Adrasto sobreviveu. Só que ele não tinha interesse nenhum em governar Tebas. Com isso, Creonte, irmão de Jocasta e tio de Polínice e Etéocles, tornou-se rei. Furioso como fato de Polínice ter atacado a terra natal, ele não deixou o corpo do rapaz ser enterrado ( só o de Etéocles).
Essa atitude revoltou a Antígone, irmã de Polínice e Etéocles. Ela sabia que, se uma pessoa não fosse sepultada a alma ficaria vagando e nunca alcançaria a paz. A moça enterrou o irmão e foi castiga por Creonte.
Dez anos depois, os filhos dos sete líderes que lutaram contra Etéocles reuniram um exército em Argos invadiram Tebas que foi destruída e os moradores fugiram.
Não dá pra dizer que a Guerra dos Sete Contra Tebas teve um vencedor. Todo mundo perdeu.
Guerra de Troia
Existe varias versões sobre esse evento, uma delas conta que Guerra de Troia teve inicio com o casamento de Peleus e Tethis. A deusa da discórdia, Eris, não sendo convidada para o casamento resolveu lançar um desafio contra aqueles que estavam na festa. Chegando repentinamente à festa de casamento, Eris ofereceu uma maçã de ouro àquele deus que demonstrasse maior senso de justiça.
As deusas Hera, Afrodite e Atena tentaram possuir o valioso apetrecho. A disputa entre as deusas impeliu Zeus a convocar o príncipe troiano Paris, o mais belo dos homens, a julgar que mereceria o referido prêmio. Ansiosas pela conquista da maçã, as três deusas ofereceram uma oferta distinta à Paris. Atena lhe prometeu saúde; Hera lhe jurou poder, e Afrodite lhe prometeu o amor da mais bela mulher do mundo. Paris cedeu à oferta de Afrodite, que em troca lhe prometeu o amor de Helena, mulher do rei espartano Menelau.
Dessa forma, Paris organizou-se para ir em busca de sua prometida. Durante o trajeto rumo à Esparta, os profetas gêmeos Cassandra e Heleno tentaram persuadir Paris para que desistisse de tal empreitada. No entanto, Paris já estava obcecado pela mulher de Menelau e, por isso, seguiu seu caminho em direção à Esparta. Chegando à cidade de Esparta, Menelau tratou Paris com todo o prestigio referente à sua posição.
No período de sua estadia, o rei Menelau teve que ausentar para acompanhar um funeral. Aproveitando da oportunidade, Paris capturou a rainha Helena e roubou parte das riquezas de Menelau. Chegando à Troia, Paris organizou os preparativos para o seu casamento com Helena. Enfurecido, Menelau mobilizou todos os antigos pretendentes de Helena para que juntos recuperassem a honra do rei espartano. Entre os integrantes da tropa, destacava-se Agamenon, irmão de Menelau e rei de Micenas.
Diversos heróis gregos se reuniram na empreitada marítima, que partindo do porto de Áulis, atravessaria o mar Egeu com destino à Troia. Muitos dos convocados resistiram ao chamado de Menelau, pois havia uma profecia que os invasores de Troia ficariam presos na cidade por mais de vinte anos. Ulisses fingiu estar louco para não ir à guerra, no entanto desfez a sua própria farsa.
Ao longo dos preparativos da força grega, Ulisses ficou sabendo que a esquadra não teria sucesso caso não recorresse ao apoio de Aquiles. Dessa maneira, Ulisses foi até a cidade de Ciros para tentar persuadir o guerreiro a participar dos combates contra Troia.
Durante os ataques contra os troianos, os gregos tiveram grandes dificuldades de organizar os combates. Agamenon e Aquiles entraram em desavença durante a partilha das riquezas obtidas com os conflitos. O desentendimento entre os guerreiros ameaçou seriamente a vitória dos gregos, que só voltaram a bater as tropas troianas quando Aquiles voltou ao combate.
Os conflitos com os troianos se alongaram durante muito tempo. Além disso, a cidade de Troia, sendo uma região cercada por muralhas intransponíveis, resistia incólume às tentativas de invasão dos gregos. Visando dar um fim ao combate, o astuto Odisseu ordenou a construção de um enorme cavalo feito de madeira. Em seu interior, centenas de soldados ficariam à espreita.
As tropas marítimas gregas foram todas dispensadas, enquanto o cavalo “recheado” com os guerreiros gregos seria posto nas portas da cidade de Troia. Os troianos ao receberem o “presente de grego” e perceberem a partida dos navios, pensaram que a guerra tivesse sido ganha. Pensando que o cavalo fosse um presente dos deuses, os troianos receberam a construção de madeira para dentro da cidade e realizaram uma grande festividade.
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| Cavalo de Troia |
No alto da noite, quando todos os troianos estavam bêbados e sonolentos, o grego Sinon (único guerreiro deixado para fora do cavalo de madeira) tratou de libertar os guerreiros escondidos. Aproveitando da situação, os guerreiros gregos finalmente conseguiram conquistar a cidade de Troia. Menelau, que havia prometido matar Helena por ter se casado com Paris, não resistiu aos encantos de sua bela esposa e voltou atrás em sua decisão.
Héstia
Filha de Zeus e Cibele, era a divindade que representava o fogo das lareiras, ou seja, as famílias das cidades e das colônias. A deusa era cortejada por deuses como Poseidon e Apolo, porém havia jurado manter sua virgindade perante Zeus, que lhe deu a honra de ser venerada em todos os lares e ser incluída em todos os sacrifícios.
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